4 de junho de 2012

O que rolou nesse fim de semana!!!



Musicalização com a Edsângela Holanda

Slingada


Shantala com a Priscila Castanho



Espaço Nascente

Porque usar fraldas de pano?

Há muitos motivos para se usar fraldas de pano, para mim o principal é que não há como nada ser mais suave para a pele de um bebê do que um tecido 100% algodão.

Assim como uma roupa 100% algodão é mais confortável, é a mais indicada para bebes, por ser mais fresca, ter menos chance de dar alergias, a fralda também o é.

Outro motivo é o ecológico: o bebê usa fraldas em media por dois anos ou dois anos e meio, neste período vão para o lixo cerca de cinco mil fraldas descartáveis. Isto representa cerca de 30% de lixo não biodegradável e elas demoram mais de 400 anos para se decompor.

O gasto energético para produção, transporte e descarte das fraldas descartáveis é maior do que o das fraldas de pano. Mesmo considerando que com as fraldas de pano se usa mais água nas lavagens, o gasto energético para sua produção, utilização e descarte destas é menor.

Também há o motivo econômico: durante o período que a criança usa fraldas será gasto cerca de dois ou três mil reais em fraldas descartáveis, enquanto as fraldas de pano podem ser utilizadas varias vezes pela mesma criança e depois ser utilizadas por outras antes de ser descartada.

Apesar das fraldas de pano serem mais caras que uma descartável, elas saem mais baratas no longo prazo, pois serão usadas por muito mais tempo e depois ainda poderão ser reutilizadas por outros bebês.

28 de maio de 2012

Encontro reúne mães empreendedoras em SP

O Espaço Nascente abrigou neste sábado, dia 26, o Primeiro Encontro de Empreendedorismo Materno. Cerca de 15 mulheres participaram do encontro. “Foi incrível. Mães de diversos perfis e em diversos estágios de empreendedorismo ou que ainda desejam empreender trocando experiências e colocando suas aflições, angústias e questões”, afirma Michelle Prazeres, colaboradora do Espaço, organizadora do encontro e editora do blog empreendedorismo materno.

O objetivo do encontro era reunir mães empreendedoras e mães que tem o desejo de empreender para conversar sobre a relação entre a maternidade e o trabalho e as novas perspectivas profissionais que surgem com a chegada de um filho. “Quando um filho chega, não queremos mais este mundo das metas e da produtividade. Isso deixa de fazer sentido”, afirmou uma das mães presentes, que antes de ganhar seu primeiro filho, trabalhava no mercado financeiro.
Arte: Claudia Nevacchi

As participantes discutiram, sobretudo, o papel da mulher na sociedade e a relação com um mercado de trabalho que não está preparado para lidar com a maternidade. “Mais do que isso, o mercado não está em condições de lidar com a família”, disse uma das mães, lembrando que os pais também sofrem preconceitos e discriminação no trabalho, frutos da paternidade. Outra mãe completou: “Cuidar de um ser também é um compromisso com o coletivo”.

A formação da rede de mães empreendedoras tem como fundamento esta questão: se mais mães puderem trabalhar com a flexibilidade que permita dedicar-se a seu filho, não temos certeza se eles serão parte de um mundo melhor, mas com certeza estamos contribuindo para um mundo com mais amor.

A rede articula mães empreendedoras com a intenção de formar um grupo que se reúna, indicando e contratando outras mães.

Supermulheres?

Para Priscila Castanho, da Abraço Materno, uma das organizadoras do encontro e colaboradora do Espaço Nascente, as mães empreendedoras são supermulheres. “Mas não precisamos ser. Podemos acionar esta supermulher, porque sabemos que damos conta de tudo, mas não podemos ser 100% supermulher. Precisamos de apoio e ajuda”, diz.

Este apoio pode ser na vida pessoal, com marido e famílias, mas também no trabalho, em especial com apoio de outras mães, tanto profissionalmente (com permutas e indicações), quanto para promover trocas.

Existe um modelo de empreendedorismo materno? Esta pergunta também surgiu ao longo do encontro. Que práticas e modelos dão certo? Quais não são bem sucedidos?
   
Outros encontros virão. Estas questões voltarão a surgir e outras aparecerão. O importante é que demos início a um processo e a esta roda, esta ciranda de mulheres que voltarão a se encontrar e a se apoiar.

As participantes encaminharam a criação de uma lista com os emails de quem esteve presente ao encontro e a realização de novas reuniões com temas específicos.

25 de maio de 2012

Em SP, onde deixar seu bebê para um compromisso à noite? Com a Roberta!

Roberta e Pietra

A mais recente empreitada da produtora cultural Roberta Martinho começou por necessidade própria. Mãe de Pietra, de 1 ano e 2 meses, ela acaba de iniciar um trabalho como cuidadora no período noturno. “Muitas vezes, eu preciso ir num compromisso à noite, rápido, ou mesmo um cinema com meu marido ou jantar fora e não tinha com quem deixar minha filha”, explica.

O serviço é oferecido na casa dela em São Paulo, um ambiente totalmente adaptado para crianças, por um valor de R$ 20/hora.

Roberta define seu negócio como um empreendimento de mãe para mãe. “Acredito que o empreendedorismo materno seja ligado ao oferecimento de serviços que sejam importantes para outras mães, que liguem toda esta nova sensibilidade desenvolvida com a maternidade com uma forma de ganhar dinheiro com prazer, com afetividade”, diz.

Leia o depoimento completo de Roberta abaixo.

Para entrar em contato, escreva para o email robertamartinho@gmail.com
“Meu negócio partiu de uma necessidade minha, um lugar de confiança que eu pudesse deixar minha filha por poucas horas, que ela ficasse brincando, e melhor ainda, um lugar que tivesse outra(s) criança(s).

Muitas vezes, eu preciso ir num compromisso a noite, rápido, ou mesmo um cinema com meu marido ou jantar fora.

Outro dia, estava brincando com a Pietra, que chega da escola por volta das 18h, tive este insight: vou eu oferecer este serviço!

Minha casa é completamente adaptada para crianças: a sala tem todos os brinquedos acessíveis, nenhum perigo, tem um espaço gostoso e a Pietra ama receber visitas.

Para começar, vou oferecer este serviço de segunda a sexta a partir da 18h e cobrar por hora um valor acessível para as mães que necessitem.

O meu trabalho é de produtora cultural. Adoro o que faço, mas desde que minha filha nasceu, veio junto esta vontade de fazer alguma coisa ligada ao universo infantil.

Este é um primeiro passo para algo maior. Não sei bem o que. Não defino. Mesmo porque acredito que o caminho se faz andando.

Acredito que o empreendedorismo materno seja ligado ao oferecimento de serviços que sejam importantes para outras mães, que liguem toda esta nova sensibilidade desenvolvida com a maternidade com uma forma de ganhar dinheiro com prazer, com afetividade.

Depois que a Pietra nasceu, veio junto com ela a vontade de pensar em algo ligado a crianças, em algo que me conecte ao universo que minha filha está, que me possibilite olhar o mundo com o olhar dela.

Quero neste momento, neste primeiro contato com um negócio que una a minha maternidade com uma forma muito agradável de ganhar dinheiro, entender possibilidades de caminhos, ter crianças por perto para entender em mim o que posso mais desenvolver neste sentido.

Começo feliz da vida, como disse, a oferecer o que é uma necessidade minha já que muitas e muitas vezes não posso ir a um compromisso com meu marido, pois não tenho um lugar bacana para deixar a Pietra".

Gostou do trabalho da Roberta?

Entre em contato com ela!

Fonte:  http://empreendedorismomaterno.blogspot.com.br/2012/05/em-sp-onde-deixar-seu-bebe-para-um.html